Emprestimo Pessoal
Um emprestimo pessoal consiste numa quantia de dinheiro, que o devedor recebe de um credor e que é paga posteriormente através de mensalidades pré-definidas.
Começando pelos pontos positivos, ao contrair um emprestimo pessoal tem disponível dinheiro de forma quase imediata para poder adquirir ou pagar aquilo que pretende, isto é, não precisa de esperar ou estar a juntar para reunir a quantia necessária, ficando disponível logo no momento da concessão do emprestimo. Para além disso, e dependendo da instituição financeira que escolhe, por vezes, contrair um empréstimo exige pouca burocracia e poupa papelada, ficando com o dinheiro disponível com pouco esforço.
Contrair um Emprestimo
No entanto, as desvantagens são algumas. Desde logo, contrair um emprestimo pode colocar em risco a sua saúde financeira. As suas poupanças, o dinheiro que herdou, entre outros, pode ser gasto no caso de se entrelaçar numa rede de créditos sem fim.
Outra das grandes desvantagens dos empréstimos são as taxas. Taxas de juro, TAEG, etc são todas variáveis que o consumir desconhece à priori, e que se vão adaptando ao longo do período de pagamento do emprestimo. As taxas de juro, estão neste momento numa fase instável, isto é, tanto descem como sobem. Ultimamente as taxas de juro têm até descido, mas nos últimos tempos voltaram a subir novamente.
Emprestimos Pessoais e Instituições Financeiras
Por outro lado, as instituições financeiras «carregam» mais os clientes com taxas de TAEG, isto é uma taxa sobre o dinheiro que pede emprestado, uma taxa de lucro apenas para o banco. Procure por isso, uma instituição com uma TAEG baixa, visto que quanto menor for essa taxa menos irá pagar pelo seu dinheiro.
Com uma taxa indexada à Euribor de 1,28%, os consumidores de credito em Portugal pagaram em taxas o equivalente a 2,8 %, sendo este um dos valores mais elevados até à data. As dificuldades económicas recorrentes que a europa atravessa, levam os bancos e instituições financeiras a aumentar com mais frequencia as taxas atribuidas aos contribuintes e às empresas, que de semana para semana observam as taxas de juro e as impostos de TAEG subir exponencialmente.
No que toca aos emprestimos contraídos pelas PME, nos emprestimos até um milhão de euros, o aumento foi enorme, passando de 4,97 para 6,3% e de 3.38 para 4,6%, registando assim uma carga bem maior sobre as PME que por um empréstimo acabam por pagar muito mais vezes do que o dinheiro que realmente pediram emprestado àos bancos.
Contrair um emprestimo pessoal pode trazer vantagens a curto prazo, mas pense sempre nos dissabores que lhe pode causar a longo prazo.
